Comentário ao Apocalipse
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Livro de 704 páginas, em capa dura, acabamento em hotstamping e fitilho dourado.
Comentário ao Apocalipse
Proêmio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15
Abreviaturas dos títulos bíblicos usadas neste livro . . . . . . 25
Estudo geral
I Canonicidade e autenticidade do Apocalipse de São João . . 79
I a Da tradição ao magistério infalível . . . . . . . . . . . . . . . 80
I b A autoria de São João segundo a razão . . . . . . . . . . . . . 85
α O testemunho dos Padres imediatos à escrita do Apocalipse . . 86
β Do contexto em que se escreveu o Apocalipse, e do fim deste . . 88
γ Dos caracteres gerais do escritor do Apocalipse, e dos destinatários deste . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98
δ Da doutrina, do estilo e da língua do Apocalipse comparados aos do Quarto Evangelho e aos das Epístolas joaninas . . . . . 107
§ Da doutrina . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 108
§ Do estilo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 109
§ Da língua . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 119
a Da data de composição do Apocalipse . . . . . . . . . . 121
b Da data de composição do Quarto Evangelho . . . . . . 125
c Do léxico do Apocalipse comparado ao do Quarto Evangelho e das Epístolas joaninas . . . . . . . . . . . 128
d Da gramática do Apocalipse comparada à do Quarto Evangelho e das Epístolas joaninas . . . . . . . . . . . 132
e (In)conclusão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 143
II Da profecia em geral, e do Apocalipse em particular . . . . . 145
II a O que é profecia, e o Apocalipse de João . . . . . . . . . . . . 145
II b A doutrina tomista da causa instrumental e sua implicação na inspiração escriturária . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 162
α A redução de tudo quanto se pode dizer causa às quatro espécies postas por Aristóteles, e os modos destas . . . . . . . . . . . . 162
β A ordem das causas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 163
γ A causalidade mútua das causas . . . . . . . . . . . . . . . . 165
δ O fim como causa das causas . . . . . . . . . . . . . . . . . . 166
ε A causa instrumental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 167
ζ Deus e o hagiógrafo nas Escrituras . . . . . . . . . . . . . . . 175
II c Dos sentidos das Escrituras, e ainda de sua inerrância geral . . 185
II d Da última palavra quanto à exegese bíblica . . . . . . . . . . . 187
II e À guisa de conclusão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 188
III Do “gênero literário” do Apocalipse de São João . . . . . . . 191
III a Se se podem classificar os livros da Escritura em gêneros literários 191
III b Se o apocalíptico é um gênero literário . . . . . . . . . . . . . 195
III c Dos símbolos e imagens do Apocalipse de São João . . . . . . 201
α O próprio de São João . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 201
β Do Apocalipse comparado com o Novo Testamento restante . . 203
γ Do Apocalipse comparado com o Antigo Testamento . . . . . 204
δ Do Apocalipse canônico comparado com os apócrifos . . . . . 206
ε O próprio do Apocalipse . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 214
ζ À guisa de conclusão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 223
IV Sistemas de interpretação do Apocalipse, e o plano deste . . 225
IV a Os principais comentadores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 225
α Os primeiros a tratar o livro de São João . . . . . . . . . . . . 227
β Ticônio e os Padres mais propriamente comentadores . . . . . 228
γ Do século vi ao século ix . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 230
δ Os escolásticos até o século xiii . . . . . . . . . . . . . . . . 231
ε O renascimento do milenarismo no século xii . . . . . . . . . 231
ζ Nicolau de Lira e seus continuadores . . . . . . . . . . . . . . 233
η As duas principais correntes católicas do século xvi-xvii . . . . 234
θ Do século xviii a meados do xix . . . . . . . . . . . . . . . . 236
ι Da segunda metade do século xix ao Vaticano II . . . . . . . . 237
κ No pós-Vaticano II . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 239
IV b As causas do Apocalipse . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 240
IV c O plano do Apocalipse . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 241
α O desenho geral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 241
β As sete visões . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 243
γ Uma profecia cristocêntrica . . . . . . . . . . . . . . . . . . 244
δ O mistério da história do ângulo de Deus . . . . . . . . . . . 244
ε Princípios de interpretação do Apocalipse . . . . . . . . . . . 246
Comentário ao Apocalipse de São João
Prólogo de São João às sete igrejas (cap. i, 1-8) . . . . . . . . . . . 253
1.ª parte (cap. i, 9–cap. iii) – Revelação às sete igrejas da Ásia acerca de seu estado espiritual . . . . . . . . . . . . . . . . . . 263
I Visão introdutória (cap. i, 9-20) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 263
Excurso 1 – As sete Igrejas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 272
Excurso 2 – A cor branca no Apocalipse de São João . . . . . . . 275
Excurso 3 – Os sete anjos das sete Igrejas . . . . . . . . . . . . . . 276
II As sete cartas (cap. ii–cap. iii) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 278
A Carta à Igreja de Éfeso (cap. ii, 1-9) . . . . . . . . . . . . . . . 279
Excurso 4 – Os nicolaítas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 282
B Carta à Igreja de Esmirna (cap. ii, 8-11) . . . . . . . . . . . . . 284
C Carta à Igreja de Pérgamo (cap. ii, 12-17) . . . . . . . . . . . . 286
D Carta à Igreja de Tiatira (cap. ii, 18-29) . . . . . . . . . . . . . 290
E Carta à Igreja de Sardes (cap. iii, 1-6) . . . . . . . . . . . . . . 294
F Carta à Igreja de Filadélfia (cap. iii, 7-13) . . . . . . . . . . . . 297
G Carta à Igreja de Laodiceia (cap. iii, 14-22) . . . . . . . . . . . 302
Excurso 5 – Dupois e Allo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 306
2.ª parte (cap. iv–cap. xxi, 8) – Profecia de todo o devir do mundo e da Igreja nele, desde a glorificação de Cristo até a parusia 309
I Visão introdutória geral (cap. iv–cap. v) . . . . . . . . . . . . . . 309
A Visão do templo e trono de Deus e glorificação do Criador (cap. iv, 1-11) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 311
Excurso 6 – Os 24 anciãos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 313
Excurso 7 – Os quatro animais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 318
Excurso 8 – O templo celeste e os templos terrestres . . . . . . . . 322
B O aparecimento do Cordeiro Redentor e o livro dos sete selos (cap. v, 1-14) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 327
II Primeira seção da profecia – Execução dos decretos do livro dos sete selos para o mundo (cap. vi–cap. xi, 18) . . . . . . . . . . . . 338
A Abertura do livro dos sete selos (cap. vi–cap. viii, 1) . . . . . . 340
Extenso prenotando – O livro dos sete selos . . . . . . . . . . . . 340
1.º Ruptura dos quatro primeiros selos, e os quatro cavaleiros (cap. vi, 1-7) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 350
Anexo – Os quatro cavalos e o cavaleiro branco . . . . . . . . 353
2.º Ruptura do quinto selo, e a prece dos mártires (cap. vi, 9-11) . . 357
3.º Ruptura do sexto selo: o resultado dos juízos divinos para os inimigos do Cordeiro e para seus servos fiéis (cap. vi, 12–cap. vii) 364
a Visão antecipada dos cataclismos no mundo ímpio (cap. vi, 12-17) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 364
b Visão da preservação e da salvação dos fiéis (cap. vii, 1-17) . 366
B Visão das sete trombetas (cap. viii, 2–cap. xi, 18) . . . . . . . 373
1.º Ruptura do sétimo selo, os anjos das trombetas e o anjo do turíbulo (cap. viii, 2-6) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 374
2.º–6.º A sucessão das trombetas . . . . . . . . . . . . . . . . 378
2.º As quatro primeiras trombetas (cap. viii, 7-12) . . . . . . . . . 380
3.º Proclamação do anjo (cap. viii, 13) . . . . . . . . . . . . . . . 382
4.º A quinta trombeta – os gafanhotos (cap. ix, 1-12) . . . . . . . 383
5.º A sexta trombeta – o extermínio de um terço dos homens, e a vitória das testemunhas de Cristo (cap. ix, 13–cap. xi, 14) . . . 390
a O massacre da cavalaria infernal (cap. ix, 13-21) . . . . . . 390
Interlúdio – Um anjo anuncia a consumação próxima e o livrinho profético (cap. x) . . . . . . . . . . . . . . . . . . 394
b A Igreja no meio das pragas, e a pregação das duas testemunhas (cap. xi, 1-14) . . . . . . . . . . . . . . . . . 400
6.º A sétima trombeta – a consumação (cap. xi, 15-18) . . . . . . . 407
III Segunda seção da profecia – Execução dos decretos do livrinho
para a igreja e o conjunto do mundo (cap. xi, 19–cap. xxi, 8) . . . 409
§ Breve prólogo à execução dos decretos do livrinho (cap. xi, 19) 410
A A mulher e o dragão (cap. xii, 1-17) . . . . . . . . . . . . . . . 411
Excurso 9 – O terceiro ai . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 419
B Visão introdutória das profecias referentes antes ao tempo da apostasia (cap. xiii–cap. xiv, 5) . . . . . . . . . . . . . . . . . 420
1.º O dragão suscita duas bestas para que se oponham ao Cordeiro na terra (cap. xiii) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 423
2.º O Cordeiro e os virgens em face da besta e de seus adoradores (cap. xiv, 1-5) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 430
Excurso 10 – Relações entre xiv, 1-5 e o milênio do capítulo xx . 432
C Visão preparatória da luta entre as forças antagônicas (cap. xiv, 6-20) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 433
1.º Os três arautos da vitória e das vinganças de Deus (cap. xiv, 6-11) 433
2.º Promessa de beatitude aos santos (cap. xiv, 12-13) . . . . . . . 435
3.º O juízo futuro – os eleitos e os réprobos (cap. xiv, 14-20) . . . . 436
D A execução das vinganças divinas contra as bestas e a Babilônia (cap. xv–cap. xix) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 438
1.º As sete taças da ira de Deus (cap. xv-xvi) . . . . . . . . . . . 439
a-b Os anjos recebem as taças diante da multidão celeste (cap. xv–cap. xvi, 1) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 439
c Os anjos vertem as taças (cap. xvi, 2-21) . . . . . . . . . . 442
2.º–3.º Sorte final de Roma e do Anticristo (cap. xvii–cap. xix) 448
2.º A vingança divina contra Roma (cap. xvii–cap. xix, 10) . . . . 449
a A prostituta Babilônia e sua relação com a besta (cap. xvii) . 450
b Prelúdio da ruína da Babilônia (cap. xviii, 1-8) . . . . . . . 455
c-d A ruína da Babilônia (cap. xviii, 9–cap. xix, 10) . . . . . . 457
d Epílogo da seção sobre a Babilônia (cap. xix, 9-10) . . . . . 462
3.º Juízo das bestas pelo Verbo de Deus, e a ruína do Anticristo (cap. xix, 11-21) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 463
E Milênio e apostasia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 467
1.º O encadeamento do dragão por mil anos (cap. xx, 1-6) . . . . . 467
2.º Satanás é solto, e derrotado definitivamente (cap. xx, 7-10) . . . 467
Excurso 11 – Os milenarismos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 480
Excurso 12 – Milênio e apostasia . . . . . . . . . . . . . . . . . . 487
Excurso 13 – Duplo κατέχων? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 493
Excurso 14 – Os sinais da proximidade do fim . . . . . . . . . . . 495
Excurso 15 – O Anticristo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 498
Excurso 16 – Destruição do Anticristo e Parusia . . . . . . . . . . 499
F O juízo final, novos céus e nova terra, e Deus entre os seus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 501
IV Epílogo da seção profética (cap. xxi, 5-8) . . . . . . . . . . . . . . 504
3.ª parte (cap. xxi, 9–cap. xxii, 5) – Revelação às sete igrejas da Ásia acerca de seu estado espiritual . . . . . . . . . . . . . . . 507
I Jerusalém desce do céu (cap. xxi, 9-10) . . . . . . . . . . . . . . . 509
II cidade nova (cap. xxi, 11-23) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 509
III As nações e os eleitos na Jerusalém nova (cap. xxi, 24–cap. xxii, 5) 514
Excurso 17 – Um mundo incorruptível . . . . . . . . . . . . . . . 516
IV Epílogo (cap. xxii, 6-21) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 524
1 Tripla atestação da obra (cap. xxii, 6-9) . . . . . . . . . . . . . 524
2 Palavras de Cristo, e resposta da Igreja (cap. xxii, 10-17) . . . 525
3 Advertências de João com respeito ao livro (cap. xxii, 18-19) . 528
4 Última promessa, e último apelo; saudação (cap. xxii, 20-21) . 529
Apêndices
Apêndice 1 Da realeza de Cristo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 533
I Fundamentos teológicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 536
II Se ainda é factível, nos dias de hoje, a instauração do reinado político-social de Nosso Senhor Jesus Cristo . . . . . . . . . . 540
Apêndice 2 Corte e costura humanista . . . . . . . . . . . . . . . 543
Apêndice 3 Se pode o homem ter mais de um fim último . . . . . 557
Apêndice 4 A pólis em ordem a Deus . . . . . . . . . . . . . . . . . 565
Apêndice 5 O que é a ideologia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 569
Apêndice 6 Diferenças entre a revolução marxista e a revolução marcusiana . . . . . . . . . . . . . . . . . . 577
Apêndice 7 Da predestinação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 583
Artigo 1 Se os eleitos o são por dom gratuito de Deus . . . . . . 583
Artigo 2 Se Deus quer a salvação de todos os homens . . . . . . 610
Apêndice 8 Apocalipse sinóptico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 625
Mateus xxiv . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 625
Marcos xiii . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 627
Lucas xxi . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 628
Apêndice 9 Apocalipse paulino e petrino . . . . . . . . . . . . . . 631
Romanos xi . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 631
I Tessalonicenses . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 633
II Tessalonicenses . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 633
II Pedro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 634
Apêndice 10 “O sistema do milenarismo mitigado não pode ser ensinado sem perigo” . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 637
I Tradução em português, seguida do original, em latim . . . . . 637
II Comentário autorizado concomitante . . . . . . . . . . . . . . 638
Apêndice 11 São Paulo e a “dupla ressurreição” corpórea . . . . 641
Apêndice 12 O milenarismo no suplemento da Suma Teológica (iii, q. 77) de Santo Tomás de Aquino . . . . . . . . . . 663
Artigo 1 Se o tempo da ressurreição deve ser diferido até o fim do mundo para que todos ressurjam simultaneamente . 663
Artigo 2 Se esse tempo está oculto . . . . . . . . . . . . . . . . . 666
Apêndice 13 Questão 12 de II-II da Suma Teológica de Santo Tomás: Da apostasia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 671
Artigo 1 Se a apostasia pertence à infidelidade . . . . . . . . . . 671
Artigo 2 Se por causa da apostasia o príncipe perde o domínio sobre seus súditos a ponto de estes não serem obrigados a obedecer-lhe . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 673
Anexo 1 Duas entradas do Dicionário Bíblico de Vigouroux . . . 674
Anexo 2 Diferença radical entre a crise ariana e a crise vaticano-segunda . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 675
Bibliografia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 677
“Por isso se deve dizer que a apostasia do
Império Romano é entendida não só do
temporal, mas do espiritual, ou seja, da fé
católica da Igreja Romana. Mas este sinal
é conveniente, pois, assim como Cristo
veio quando o Império Romano dominava
sobre todos, assim, pelo contrário, um
sinal do Anticristo é a apostasia dele.”
Santo Tomás de Aquino,
Comentário a II Tessalonicenses
“Parece que estamos vivendo a última
etapa da história da Igreja.”
Santo Antônio Maria Claret
“Quem pesa estas coisas [atuais] tem o
direito de temer que tal perversão
dos espíritos seja o começo dos males
anunciados para o fim dos tempos.”
São Pio X, E Supremi Apostolatus
“Diz aquele que testemunha estas
coisas: ‘Sim, venho logo’.
– Amém! Vem, Senhor Jesus.”
Apocalipse de São João XXII, 20
Não há livro da Bíblia mais comentado que o Apocalipse de São João, e não só por católicos mas também por heréticos e racionalistas; e no entanto não é possível encontrar mais discrepâncias entre exegetas do que entre os comentadores desta Profecia. Uma vida seria insuficiente para ler todos os comentários ao livro de São João, e duas para refutar todos os que nos parecessem equivocados.
Trata-se então de profecia obscura, como muitos o dizem? Nunca nos pareceu tal, razão por que nos lançamos a comentá-la já faz cerca de dez anos. Nesta década de escrita e reescrita de nosso livro, viemos consolidando a certeza de que hoje boa parte do profetizado no Apocalipse ou já se cumpriu ou se está cumprindo no curso de nossa própria vida. Naturalmente, tudo quanto se possa dizer com respeito a esta Profecia – sem dúvida, a mais importante de todos os tempos – há de pôr-se sob juízo do magistério autêntico da Igreja. Mas seria atitude “de avestruz” – na qual infelizmente incorrem não poucos comentadores mais ou menos modernos – tapar a visão para a já longa apostasia que vem carcomendo o mundo e que acabou por transbordar até para o lugar santo. É-nos interditado, sim, propor datas para o Anticristo e para o fim; mas absolutamente não o é ter e dar uma visão realista – e teológica – tanto da história em geral como da história em curso. Afinal, insista-se, as profecias são para entender-se no momento mesmo em que se cumprem.
Nosso livro, portanto, além de refutar extensamente os erros e as impiedades racionalistas que se cometeram e cometem contra este santo e sublime Livro, e de desdobrar-se em detido e pormenorizado comentário literal, versículo a versículo, não se esquiva da responsabilidade de ver o atualmente visível e de dizer o hodiernamente dizível. Contra por um lado o “preterismo” e o “escatologismo” e por outro lado as “sete Igrejas” e o “milenarismo” em todas as suas formas, conjugamos de certo modo a doutrina apocalíptica de Santo Agostinho com a de Allioli e com as contribuições de Santo Tomás, do Cardeal Pie de Poitiers, do Père Calmel O.P., do Frère Emmanuel-Marie O.P. e do Padre Calderón, para todavia alcançar algo de todo nosso – não por desejo do inusitado ou de singularidade, mas por convicção de sua veracidade e necessidade. É que, se, como o cremos, o Apocalipse é profecia respeitante a todo o século senecto que vai da Ascenção de Nosso Senhor à sua volta gloriosa ou Parusia – devendo combinar-se, ademais, com o pequeno Apocalipse sinóptico e com o São Paulo de Romanos e de II Tessalonicenses –, então igualmente há de ser alto guia para os que estamos em via neste mesmo século, e em particular nos dias de trevas em que nos coube viver.
Carlos Nougué
Sumário Geral
1) Texto integral do Apocalipse em português
2) Estudo geral
a) Defesa da canonicidade do Apocalipse e da autoria de São João
b) Defesa da perfeição de sua escrita
c) Da profecia
d) Deus e o escritor sagrado
e) Exposição das diversas teorias exegéticas sobre o Apocalipse
f) Plano geral do Livro de São João
3) Comentário literal do Apocalipse, versículo a versículo, intercalado por excursos
a) As sete cartas às sete Igrejas, com mapas da região
b) A liturgia celeste, os sete selos e os quatro cavaleiros
c) Os outros septenários, com a história do mundo e a da Igreja em relação com o mundo
d) O milênio – a parte mais extensa e mais própria de nosso Comentário
e) A Parusia e a Jerusalém Celeste final
4) Bibliografia pormenorizada
Detalhes
Número de páginas: 704
Formato: 16 cm x 23 cm
Capa: dura com acabamento em hotstamping
Fitilho dourado
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A Metafísica da Revolução
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Rodnei Calcagnotto –
Excelente acabamento e qualidade do papel. Sobre a qualidade do texto, dispensa comentários. Livro ainda mais essencial para os dias que estamos vivendo.